Olhos fixos no horizonte
Não há porque olhar para trás.
Não há porque mudar a rota.
costas, a mochila que carrego,
Está cheia de esperança.
Esperando chegar ao fim do caminho diferente do que quando o comecei.
E essa carga em nada me é pesada.
Estou tão leve que nem pareço caminhar. Mas, ser levado por este Caminho.

A vida muda a cada passo.
Assim como a paisagem ao meu redor.
E nesse caminho a noite é clara.
E o dia, o dia me ilumina por inteiro.

Sou um só com ele.
Sou um só com tudo.
Sou o chão que piso.
Sou a brisa que sopra.
Sou a chuva que me molha.
Sou o Sol que me aquece.
Sou a agitação e a calmaria.
E tudo que sou é caminhar.
É caminho.
E não há porque olhar para trás.

Nas costa, a mochila que carrego, está cheia de esperança.

Esperando chegar ao fim do caminho muito diferente do que quando o comecei.